Dúvidas frequentes

Após a consulta avalio se há REALnecessidade de remédios controlados e, se houver, indicarei na menor dose possível, e pelo menor tempo possível.

Eles servem para a pessoa se "equilibrar" parater forças para superar os desafios de vida e emocionais que esteja enfrentando.

Acredito que o papel domédico é sugerir um tratamento, cabendo ao paciente dar a palavra final se concorda, mas nunca será "forçado" a um tratamento.

Os remédios, em geral, são divididos em três categorias:

  • sem faixa : podem ser comprados sem receita (ex: dipirona - parafebre).
  • tarja vermelha: são "controlados", isto é, são vendidos com receita médica (ex: antibióticos e anti-depressivos).
  • tarja preta: há risco de dependência, sendo vendidos apenas com receituário azul ou amarelo (ex: "calmantes" como o clonazepan, diazepan, etc).

A Psiquiatria não induz o paciente à dependência, por usar o remédio na dose e tempo certos.

As pessoas que se "viciam" em medicações as tomam por conta própria, pedindo a amigos ou familiares que fazem uso. Ou solicitando a médicos não psiquiatras, lhes convencendo ser apenas para "insônia", porém ocultando do médico os seus profundos problemas emocionais.

Portanto fique tranquilo, o tratamento não vai induzí-lo a uma dependência de remédios e, ainda, poderá curá-lo de alguma dependência que você já tenha e deseje libertar-se.

As causas mais comuns tratadaspelo Psiquiatra são:

- SÍNDROME DO PÂNICO: mal estar indefinido, sudorese, palpitação, respiração difícil, medo de estar tendo um problema grave ou ataque cardíaco. Vai a diversos médicos e todos dizem "você não tem nada, os exames estão normais". Você tenta "ir levando", mas com passar do tempo o problema só parece aumentar.

- ESTRESSE GRAVE / BURN OUT : comum em trabalhosde muita competitividade e metas(Bancos e Grandes empresas), porassédio moral ou sexual no trabalho, muito comum em Empresários e Comerciantes (pelo alto grau de estresse e responsabilidade),etc. Tende a aumentar em períodos de Crise Econômica.

- TEPT (Transtorno de Estresse Pós Traumático): comum após assaltos, sequestro ou acidentes graves.

- TRANSTORNOS DAANSIEDADE: ansiedade e preocupação contínuas, mesmoquando não hágrandes problemas na vida. Quem olha "de fora" pode achar que a pessoa "não tem nada, é da sua cabeça".Gera enormesofrimento e pode levar à depressão. Há uma tendência à auto-crítica elevada e insatisfação constante com a vida, mesmo alcançando suas metas. Pode levar a problemas nos relacionamentos.

- FOBIAS : de insetos, de injeção, de avião, de chuva, de locais fechados (shopping, túnel, elevador),etc. O medo normal a pessoa controla, mas a FOBIA controla a pessoa e atrapalha asua vida.

- ANSIEDADE SOCIAL: vergonha intensade se relacionar, podendo fazer a criança abandonar a escola e o adulto (inteligente e capaz) não ter sucesso profissional

- DEPRESSÃO: em qualquer idade (de crianças a idosos), sendo comum na gravidez ou pós parto. Nas crianças e adolescentes pode parecer com"rebeldia" ou agressividade.

- TOC: preocupações com limpeza ou organização exagerados, ou um perfeccionismo que gera sofrimento ou incomoda as outras pessoas. Pensamentos negativos que a pessoa não consegue controlar, tem vergonha de contar para os outrose cria pequenos rituais ou maniazinhas pra "anular" o pensamento ruim.

-“mania” de arrancar aos pouquinhos fios de cabelos (tricotilomania),

- tiques (piscar demais ou repuxar o rosto)

défict de atenção e hiperatividade (TDAH).

- auto-controle com comida, gastos/compras, jogos de azar, uso de álcool, cigarro ou drogas.

- eternamente infelizes com seus corpos, gastando boa parte de seu tempo e energia seguindo dietas e exercícios de modo exagerado e até perigoso, provocando vômitos ou usando laxantes (bulimia) ou às vezes ficando cada vez mais magras (anorexia) ou cada vez mais fortes (vigorexia), porém permanecem “cegos” para as mudanças corporais, continuando eternamente insatisfeitos. Como nossa sociedade valoriza a vaidade com o corpo, essas pessoas frequentemente passam despercebidas no trabalho ou na academia, mas não passam despercebidas pela família e amigos próximos, que percebem os exageros, os riscos e o sofrimento.

O Psiquiatra é também um aliado das pessoas que sofrem com o próprio “jeito de ser”. Quer dizer, algumas pessoas têm característicasde personalidade tão marcantes que geram dificuldades de adaptação social, podendo tender ao confronto frequente ou ao isolamento. Por exemplo, pessoas muito inflexíveis e “sistemáticas” podem sofrer por seremtidas como “chatas” e sentirem-se isoladas no trabalho, na família e amigos, além de poderem ter menor ascensão na carreira do que sua capacidade técnica merece, devido ao menor “jogo de cintura”, falta de habilidades sociais ou falta de iniciativa por "pensarem demais". De modo oposto, a personalidade impulsiva sofre por viver se arrependendo do quê fez e do quê disse, perdendo amizades, empregos, relacionamentos e falhando nas próprias promessas de ano novo. Essa dificuldade de auto controle, de planejamento de longo prazo e de cumprir metas pode trazer muitos problemas e frustrações. Seja qual for a personalidade da pessoa, se ela chega a ponto de causar dificuldades de adaptação na vida,o Psiquiatra poderá ser um orientador para as mudanças necessárias.

Portanto essa crença de que o Psiquiatra é Médico de “loucos” é uma idéia errada, porém comum, que assusta muitas pessoas ou as envergonha, dificultando buscarem a ajuda do psiquiatra.

“Louco” é o termo popular usado, em nossa cultura, para descrever alguém que tem idéias estranhas em que só ele acredita (delírios), que enxerga coisas que ninguém mais vê (alucinações visuais) e que ouve vozes ou sons que ninguém escuta (alucinações auditivas).

Para nós, Psiquiatras, o termo técnico “psicose” é usado para designar essa condição conhecida como “loucura”.

Uma criança ou adulto pode manifestar um ou mais sinais de “loucura”, isto é, psicose, por diferentes causas:

Causas neurológicas, tais como:

-alguns tipos de Epilepsia e Enxaqueca

-infecções no cérebro tais como Meningite e Neurossífilis

-Demências, tais como Alzheimer e Parkinson

-Tumor ou metástase cerebral

-intoxicações ou síndrome de abstinência por álcool ou outras drogas

Algumas dessas doenças, mesmo sendo de origem neurológica, podem apresentar como primeiros sintomas apenas a “loucura”, sem outros sinais neurológicos. Mas oPsiquiatra é treinado, em sua formação médica, para desconfiar e investigar essas doenças e fazer o encaminhamento ou tratamento conjunto com o neurologista.

Causas psiquiátricas, mais freqüente em:

- Esquizofrenia

-Transtorno Afetivo Bipolar (TAB)

-Alguns tipos de Depressões, geralmente mais graves

-Alguns casos de Autismo e Deficiência Intelectual

- alguns casos graves de Transtorno Obsessivo Compulsivo (TOC).

Ressalto que os sintomas psicóticos ocorrem apenas em algumas, não todas, as doenças psiquiátricas.

Vejo o paciente como um todo, por isso criei um método de atender que abrange todas as áreas:

1) O início da consulta é parecida com a de outros médicos, pois irei perguntar sobre: sono, doenças, dores, ciclo menstrual, tpm, mudanças corporais, sintomas de défict de vitaminas, etc.

2) Em seguida farei perguntas semelhantes às de um nutricionista ou nutrólogo, pois irei pesquisar: estilo de vida, alimentação, hábito intestinal, atividade física, mudanças de peso, dietas, etc.

3) Após isso farei perguntas semelhantes a de um psicólogo, como: seus Sentimentos, História de Vida, Família, Trabalho, suas Alegrias, suas Tristezas, seus Sonhos.

4) Finalizando com perguntas mais específicas da Psiquiatria como: sintomas de Ansiedade, Depressão, Burn out, Síndrome do pânico, Toc, Tiques , etc.

Ao final, farei um balanço dos possíveis problemas: défict de vitaminas, problemas hormonais, sintomas de desequilíbrio das emoções, problemas de relacionamentos, etc , e irei propor um tratamento adequado.

O remédio não será para todos os casos, e quando for necessário será prescrito sempre nas menores doses possíveis e pelo menor tempo possível.

São raros os casos em que a pessoa precisa de tratamento contínuo (apenas em doenças mais graves).

PERGUNTE-SE:

- Você se sente mudado ?

- Perdeu prazer nas coisas que gostava , como ouvir música, passear, sair com amigos e até sua vida sexual perdeu a graça ?

- Sente os pensamentos acelerados, não conseguindo focar nas coisas ?

- Está com tendência a ficar desesperançoso ou pessimista ?

- Seu apetite mudou, ganhandoou perdendopeso ?

- Você vive cansado? Ora cominsônia, ora dormindo demais?

- Tem episódios de respiração difícil, palpitações, sudorese, sensação de que está tendo um problema clínico ou cardíaco?

- Você procura médicos de diversas especialidades, e todos te dizem que "você não tem nada, seus exames estão normais" ?

# Esses são sinais comuns dos transtornos psiquiátricos chamados : BURN OUT, DEPRESSÃO ou SÍNDROME DO PÂNICO.

OUTRAS PERGUNTAS:

- Sua vida é uma eterna confusão, desorganização e eterna indecisão, você se esforça, lê livros de auto-ajuda, promete que vai mudar, mas sua vida profissional, financeira e emocional é sempre abaixo do quê você sonhava?

- Você sofre com seu descontrole com compras, comida, sexo, jogo ou drogas (cigarro, bebida, canabis e outros)?

- Você vive eternamente ansioso, mesmo quando sua vida não tem grandes problemas?

- Seu ciúmes consome toda sua energia e desgasta seus relacionamentos?

- Seu jeito muito correto, organizadoe detalhista de ser incomoda as pessoas? Ou você é que vive incomodado com os outros e sofre com isso?

Você pode estar sofrendo deTDAH (défict de atenção com ou sem hiperatividade), de TRANSTORNO ANSIOSO, de COMPULSÃO ou TOC.

Quanto antes o quadro for tratado, mais rápida a recuperação.

Para quê aguardar o limite do seu sofrimento? O tratamento é mais simples e mais prazeroso do quê você imagina.

Não sofra com problemas que têm solução, agende uma conversa/consulta de avaliação.

O mais importante é explicar para o familiar o quanto ele É IMPORTANTE PARA VOCÊ e que por isso buscou ajuda especializada, pois não sabe mais como ajudá-lo.

Tire seus medos explicando que a consulta não é um "bicho de sete cabeças".

É como um bate-papo informal, para o paciente desabafar seus problemas, como uma terapia, sem obrigação de retornar ou de tomar algum remédio.

Apenas se o paciente gostar de mim e do meu método de trabalho, que é a Psiquiatria com a Ortomolecular, ele irá continuar.

A relação entre mim e meus pacientes será sempre de muita escuta, confiança e cooperação.




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